domingo, 20 de setembro de 2009

Pipelines, tubos e outras medidas de evacuação de líquidos…

Uma noite destes dei por mim, devidamente carregado em cerveja, a fazer a bela troca de água às azeitonas quando se me iluminam as ideias… Dasse!! Esta merda serve para mijar e pouco mais… Eis, se não quando, me sai pelas ventas isto: o “zequinha”, além de ser um pipeline de mijo, é também um pipeline de esperma…

Vá-se lá entender esta obra de engenharia…

Fashniga-te!!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Move along, citizen! There's nothing to see here!

O Ninja vai voltar a Lisboa. Coisas más podem e, segundo o bom velho amigo Murphy, vão acontecer. E o Ninja vai na mesma. É preciso ser mesmo tipo estilo...


No comment Ninja.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Budge!

Diz que sim. É hoje, o dia depois de ontém e dos dias todos antes. Também é o dia antes de amanhã e dos dias todos depois. É tipo estilo, um ponto numa curva. Um conjunto de dimensão zero dentro de um conjunto de dimensão 1. É a mesma coisa que dizer que o dia de hoje tem dimensão nula e calcular o integral de toda a curva do tempo é igual com o dia de hoje ou sem ele. Basicamente o dia de hoje não interessa a ninguém, e matemáticamente, com ou sem ele, o integral da nossa vida dá o mesmo resultado.

QUE MONTE DE MERDA!!!!!!! LOL... tipo LOL!!!!!!!

E... consta que eu de vez em quando bato mal dos cornos =) PEACE!


ninja com inicial minúscula

domingo, 28 de junho de 2009

Já não tenho mais loucura.

Infelizmente. Tenho que anunciar que acabou-se a loucura ninjácea. Ainda fui à despensa, ver se tinha extra, mas não. Nada, niente, népias, larépias, era só o que havia.

Como eu gostava do suave sabor da loucura depois do almoço.

Ás tantas até pode ser disso... comidas diferentes e tal por causa do Verão e o camandro. Vou investigacionar.


Madness free Ninja

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Mulher Zuna (lê-se Zãna) – As questões familiares versão ponto um, ponto um, ponto dois e um terço

Seguramente, já todos os nossos leitores se questionaram acerca da “solidão” do homem Zun (lê-se Zã). Longe vão os tempos dos “Cavaleiros Solitários”. Hoje é premente que a replicação da espécie exista.
A Mulher Zuna (lê-se Zãna), não acompanha o seu confrade nas suas derradeiras aventuras sobre wormholes e babosas samurais. Resta agora perceber que o sentido do olfacto da Mulher Zuna (lê-se Zãna), não é de todo apurado. Só assim se entende como é possível este exemplar do sexo feminino conviver com um gajo que passa a vida a entrar e a sair do cu das vacas!!! Há quem já tenha desenvolvido um Old Spice com odor a Metano Vacal…

Fasnhiguem-se!!!